sábado, 10 de maio de 2008

O Frio, o vento e a companhia do vazio


Uma lágrima tenta por entre as janelas de minh'alma escorrer

Proíbo-a

Meu coração bate descompassado

Minhas mãos gélidas sobre meu peito repousam

Minha testa testemunha os anos que sofri

Meus lábios arroxeados apenas cobrem meus dentes

Amarelados pelos tempos por mim passados

Distantes que se fazem presente

Que se tornam meu presente sem futuro

Que apenas me mostram um passado

De Calor, de aconchego

De paz de alegria

De sorriso

De Sol

De tudo que tinha

E que agora não mais tenho e

Que me faz tanta falta que meu

Corpo apenas adormece no vazio de meu ser.

0 comentários: