quarta-feira, 20 de maio de 2009

Memories will always be true


 

Since darkness embraced me

Nothing was left but me

Since sorrow descended

I'm not what I used to be


 

Since agony is my only company

I avoid what I could be

Since fear filled me

I can't walk toward thee


 

Since the sun has left my days

And the moon has not been so pale

The fog in the night

Is only an ordinary haze


 

Sadness, silence and tears

Are always with me

Desperation, breathlessness

Along with fears


 

They never let me be rescued

No matter what I do or I don't

Despite the only certainty I have

Is what I can't and what I won't

segunda-feira, 11 de maio de 2009

Sinal de Fé

Sinal de fé

A cruz

O perdão

Não me toquem.

Fui tocado pela

Loucura

Pelos devaneios.

Acreditei mais em mim do que no Cristo.

Punam-me

A luz, a espada, o Deus Findor.

Sou apenas um

Homem.

Quero ser sem a Graça.

E quero optar por também ser

Sem Fé

Sem cruz

Sem perdão

Crossroads

Encruzilhadas cortam nossos caminhos

Cortamos a vida nos deparando com

Os encruzos

Encerram em si, a verdade,

O caminho

A vida

O Cristo

A cruz

Encruzilhados

Ladrilhos, cacos, espinhos

Trilha

O bem e o mal se cruzam

Nas encruzilhadas

O tudo e o nada

Coexistem

Nas encruzilhadas

Estáticos, a espera do inevitável

O caminhar, a direção

A luz, a escuridão

Tomam parte

Do cruzar da vida.

Vislumbro

Apodreço-me encerrado em mim mesmo

Apodrecemos todos através das mãos do tempo

Conservo minha mente, minha alma

Em meus sentimentos; em minha agonia

Conservo meus órgãos em álcool etílico

Destruo minha lucidez e razão

Com o mesmo álcool e com a nicotina

Deixo-me ver morto, inerte, podre

Através de minhas vilanias

Amaldiçoado, amaldiçôo o mundo ao meu redor


 

Sangue

Sinto em minha boca

Dor

Sinto em meu peito

Disperso

Sinto falta do chão sob meus pés

Torto

Sinto meus pensamentos se perderem

Não sinto

O amor

A luz

Trevas

Acompanham-me

Vultos da mente, da alma e do corpo

Vejo-os sempre a atormentar meus passos

Espero...

sexta-feira, 8 de maio de 2009

Corpos ou Copos?

Corpos ou Copos a moverem-se?

Eu, parado ou será o contrário?

Almas paradas

E a minha a mover-se

Na imensidão do ser

Ou do não ser,

Apenas do estar; do sentir

Rostos, escuros e claros

Sorrisos, brancos e claros

Olhares perdidos e encontrados

E eu, parado, sentado

Entorpeço-me

Viajo

Tento ir e vir

Apenas vou

Talvez tão rápido

Que nem sinto,

Vou, estou

Aqui, parado.

Chuva Fina

Chuva fina, vozes

Risos, fumaça

Não me contenho em mim mesmo


 

Ébrio torno-me

Outro ser habita-me

Outro corpo se configura

Chuva fina, vozes


 

Fumaça, muito barulho

E na rua silencio

Será que é por causa da

Chuva fina?


 

Não choro nem rio

Não sinto

Adormeço em mim mesmo


 

O outro corpo toma conta de mim

O outro ser já se apodera de mim

Não me sinto

Nada dói

Adormeço

Ébrio

Chuva fina, fumaça e risos